Refinanciamento: Tipos e Como Funciona 

Descubra como trocar dívidas caras por parcelas que cabem no seu bolso e reorganize seu orçamento

O refinanciamento é uma das estratégias mais inteligentes para quem busca fôlego financeiro. Em 2026, com o mercado de crédito cada vez mais dinâmico, essa ferramenta se tornou essencial para quem deseja reduzir taxas de juros abusivas ou unificar pagamentos. Quando bem utilizado, o refinanciamento não é apenas um novo empréstimo, mas sim uma reorganização estratégica do seu patrimônio e fluxo de caixa. 

6 min de leitura

O que é refinanciamento?

Refinanciamento é o processo de substituir uma dívida atual por um novo contrato de crédito, utilizando um bem que você já possui como garantia ou aproveitando uma margem disponível. O objetivo principal é obter condições mais vantajosas, como taxas de juros menores, prazos de pagamento mais longos ou a liberação de dinheiro extra (troco) mantendo o mesmo bem. 

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Valor mínimo: R$ 1.518,00
Valor máximo: R$ 50.000,00
Idade entre 21 e 74 anos

Quais são os tipos de refinanciamento?

Existem diferentes modalidades no mercado brasileiro em 2026. Conheça as principais: 

1. Refinanciamento de Imóvel (CGI ou Home Equity)

Você utiliza seu imóvel (casa, apartamento ou sala comercial) como garantia. É a modalidade com os menores juros do mercado e prazos que podem chegar a 20 anos. Ideal para grandes projetos ou quitação de dívidas de alto custo. 

2. Refinanciamento de Veículo

Utiliza seu carro ou caminhão como garantia. Você continua usando o veículo normalmente, mas consegue taxas muito menores do que um empréstimo pessoal comum, já que o banco tem uma segurança real. 

3. Refinanciamento de Consignado

Muito comum entre aposentadospensionistas e servidores públicos. Consiste em refazer o contrato atual para reduzir a parcela ou liberar um novo valor em dinheiro, aproveitando que parte da dívida já foi paga. 

4. Refinanciamento de Dívidas (Consolidação)

Você troca várias dívidas (cartão de crédito, cheque especial) por um único empréstimo com juros fixos e reduzidos, simplificando sua gestão mensal. 

   
   

   

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Como funciona o refinanciamento?

O processo é estruturado em etapas de avaliação de risco e garantia: 

  1. Análise de Crédito: A instituição avalia seu histórico e capacidade de pagamento. 
  2. Avaliação do Bem: No caso de imóveis ou veículos, uma perícia determina o valor de mercado do bem. 
  3. Liberação do Recurso: Parte do novo crédito quita a dívida antiga e o restante (se houver) é depositado na sua conta. 

Vantagens e Cuidados

Vantagens: 

  • Juros significativamente menores que o rotativo do cartão ou cheque especial. 
  • Parcelas reduzidas, aliviando o orçamento mensal. 
  • Possibilidade de obter dinheiro extra com juros baixos. 

Cuidados: 

  • Alienação Fiduciária: O bem fica alienado à instituição até a quitação da dívida. 
  • Custo Efetivo Total (CET): Sempre observe as taxas administrativas e seguros, não apenas o juro nominal. 

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Veja as dúvidas frequentes sobre este tema

Sim, em muitas modalidades (especialmente veículos e imóveis) é possível fazer o “interveniente quitante“, onde o novo banco quita o saldo devedor atual e faz um novo contrato com você. 

Sim, especialmente o refinanciamento de veículo ou consignado. Como existe uma garantia real ou desconto em folha, as instituições financeiras têm maior flexibilidade para aprovar crédito para quem tem restrições no CPF. 

Na portabilidade, você apenas transfere a dívida para outro banco buscando juros menores. No refinanciamento, você pode alterar o prazo e até sacar um valor adicional sobre o bem garantido.