Aumento da margem consignável CLT 2026: como o novo salário mínimo amplia seu crédito
Como o reajuste salarial de 2026 amplia sua margem, seu limite de crédito e suas oportunidades financeiras
O aumento do salário mínimo em 2026 impacta diretamente a vida financeira dos trabalhadores formais — inclusive no acesso ao crédito. Com o novo piso nacional em R$ 1.621, a margem consignável CLT também sobe, ampliando o limite para contratação de empréstimo consignado.
Na prática, isso significa mais poder de negociação, possibilidade de refinanciamento e maior fôlego financeiro para quem utiliza ou pretende utilizar o consignado CLT. A seguir, entenda como funciona esse reajuste, quanto sua margem aumenta e como usar esse crédito com responsabilidade.
6 min de leitura
O que você vai ler neste artigo:
O que é margem consignável
A margem consignável é o percentual máximo do salário que pode ser comprometido com parcelas de empréstimos descontadas diretamente na folha de pagamento. Para trabalhadores CLT, a legislação vigente em 2026 mantém o limite em:
- 35% da renda líquida para empréstimo consignado
Esse percentual existe para proteger o trabalhador contra o superendividamento e, ao mesmo tempo, dar segurança às instituições financeiras — o que resulta em taxas de juros mais baixas em comparação a outras modalidades de crédito.
Como o aumento do salário mínimo impacta a margem consignável CLT em 2026
Com o reajuste do salário mínimo para R$ 1.621, conforme Projeto de Lei Orçamentária Anual (PLOA), o limite de desconto mensal do consignado também aumenta.
Veja o cálculo:
- Salário mínimo 2026: R$ 1.621
- Margem consignável (35%): R$ 567,35
Em 2025, com o salário mínimo de R$ 1.518, a margem máxima era de R$ 531,30. Ou seja, o reajuste gera um acréscimo de R$ 36,05 por mês na margem consignável.
Esse valor adicional pode representar até R$ 1.350 a mais em crédito liberado, dependendo da taxa de juros e do prazo contratado.
Benefícios do aumento da margem para o trabalhador CLT
1. Mais acesso a crédito
Com uma margem maior, o trabalhador passa a ter mais espaço para contratar um novo empréstimo ou complementar um contrato existente.
2. Juros mais baixos
O consignado CLT continua entre as linhas de crédito mais baratas do mercado, com taxas médias que variam entre 1,5% e 3,5% ao mês, bem inferiores ao crédito pessoal tradicional.
3. Melhor controle financeiro
As parcelas fixas e o desconto direto no contracheque reduzem o risco de atraso e facilitam o planejamento do orçamento mensal.
4. Possibilidade de refinanciamento
Quem já possui um consignado ativo pode usar a nova margem para refinanciar o contrato, reduzir o valor das parcelas ou liberar um valor extra em conta, conhecido como “troco”.
Exemplos práticos de cálculo da nova margem
A lógica do cálculo é simples:
Salário líquido × 35% = margem consignável total
Veja alguns exemplos:
- Salário de R$ 2.500 → Margem de R$ 875
- Salário de R$ 3.000 → Margem de R$ 1.050
Esses valores representam o teto mensal que pode ser comprometido com empréstimo consignado CLT.
Como usar o aumento da margem consignável com segurança
Apesar do aumento no limite, é essencial usar o crédito com consciência. Antes de contratar, considere:
- Comparar taxas entre bancos e correspondentes autorizados;
- Avaliar o Custo Efetivo Total (CET), e não apenas a taxa mensal;
- Evitar comprometer 100% da margem disponível;
- Priorizar a quitação de dívidas mais caras ou a reorganização financeira.
💡 Dica importante: diferenças pequenas na taxa de juros — como 0,2% ao mês — podem gerar uma economia significativa ao longo de contratos mais longos.
Usado com planejamento, o aumento da margem consignável pode ser um aliado importante para trazer mais estabilidade financeira em 2026.
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Veja as dúvidas frequentes sobre o aumento da margem consignável CLT 2026
Sim. Como a margem é um percentual do salário, o reajuste do salário mínimo para R$ 1.621 eleva automaticamente o limite para quem recebe o piso nacional.
Sim. O aumento da margem pode liberar espaço para refinanciamento, redução de parcelas ou liberação de valor adicional, conforme as regras do banco.
Não. Apesar de aumentar o limite disponível, a aprovação depende de critérios como vínculo empregatício, política da instituição financeira e estabilidade no emprego.

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